Nossa Jornada
Uma linha do tempo baseada na timeline viva do Coletivo XV, conectando memória do skate na Praça XV, marcos políticos, intervenções urbanas e expansão das frentes culturais do coletivo.
A Praça XV se consolida como território do skate
No contexto da reurbanização da área, a ocupação skatista da Praça XV ganha força e passa a aparecer como um dos marcos iniciais da história que depois desemboca no Coletivo XV. As mini bios e os relatos também reforçam a praça como ponto de união e consolidação da cena desde esse período.
A Praça XV se consolida como território do skate
No contexto da reurbanização da área, a ocupação skatista da Praça XV ganha força e passa a aparecer como um dos marcos iniciais da história que depois desemboca no Coletivo XV. As mini bios e os relatos também reforçam a praça como ponto de união e consolidação da cena desde esse período.
A proibição do skate vira memória de conflito
A proibição do skate na Praça XV aparece como um marco importante da memória coletiva. Esse contexto ajuda a explicar por que a luta pela permanência e pela legalização se torna central nos anos seguintes, junto de episódios de repressão e afirmação pública do uso da praça.
Proibição
conflito e disputa pelo espaço público
Best trick histórico
praça cheia, encontro e interrupção policial
A proibição do skate vira memória de conflito
A proibição do skate na Praça XV aparece como um marco importante da memória coletiva. Esse contexto ajuda a explicar por que a luta pela permanência e pela legalização se torna central nos anos seguintes, junto de episódios de repressão e afirmação pública do uso da praça.
Proibição
conflito e disputa pelo espaço público
Best trick histórico
praça cheia, encontro e interrupção policial
I Love XV aparece como marco político e simbólico
O I Love XV passa a aparecer nos materiais como eixo de protestos anuais em defesa da Praça XV e do skate. Nesse momento, o nome ainda funciona mais como identidade do encontro e do protesto do que como nome estável de uma organização mais ampla.
I Love XV aparece como marco político e simbólico
O I Love XV passa a aparecer nos materiais como eixo de protestos anuais em defesa da Praça XV e do skate. Nesse momento, o nome ainda funciona mais como identidade do encontro e do protesto do que como nome estável de uma organização mais ampla.
A legalização do skate marca uma virada institucional
Os materiais apontam 2011 como ano central para a legalização ou regulamentação do skate na Praça XV, com articulação junto à Subprefeitura, Secretaria de Esportes e outros atores. Também é um momento decisivo para a formalização associativa e para o amadurecimento do nome Coletivo XV como identidade pública mais clara.
A legalização do skate marca uma virada institucional
Os materiais apontam 2011 como ano central para a legalização ou regulamentação do skate na Praça XV, com articulação junto à Subprefeitura, Secretaria de Esportes e outros atores. Também é um momento decisivo para a formalização associativa e para o amadurecimento do nome Coletivo XV como identidade pública mais clara.
Intervenções urbanas e mobiliários ampliam a presença do coletivo
2012 aparece como ano de expansão e consolidação, com o início ou aprofundamento das intervenções urbanas, mobiliários e uma linguagem mais forte de ocupação cultural. É também o ponto em que arte, permanência, institucionalidade e presença pública passam a se cruzar com mais densidade.
Intervenções urbanas e mobiliários ampliam a presença do coletivo
2012 aparece como ano de expansão e consolidação, com o início ou aprofundamento das intervenções urbanas, mobiliários e uma linguagem mais forte de ocupação cultural. É também o ponto em que arte, permanência, institucionalidade e presença pública passam a se cruzar com mais densidade.
A legalização ganha publicação oficial e a praça muda de escala
2016 é um ano importante pelo marco da legalização do skate nas Praças XV e Marechal Âncora em publicação oficial, além da chegada do VLT e da reconfiguração da praça. O período merece ser lido como momento político e urbano de forte transformação.
Publicação oficial
marco documental da legalização
VLT e reconfiguração
nova escala urbana para a praça
A legalização ganha publicação oficial e a praça muda de escala
2016 é um ano importante pelo marco da legalização do skate nas Praças XV e Marechal Âncora em publicação oficial, além da chegada do VLT e da reconfiguração da praça. O período merece ser lido como momento político e urbano de forte transformação.
Publicação oficial
marco documental da legalização
VLT e reconfiguração
nova escala urbana para a praça
Reformas, Piskate e 10 anos da liberação
2021 reúne reforma dos mobiliários, escultura Piskate, reparos no chão e parcerias com a Prefeitura, além de marcar os 10 anos da liberação do skate na Praça XV. É um dos anos mais bem documentados e com maior densidade narrativa no acervo atual.
Reformas, Piskate e 10 anos da liberação
2021 reúne reforma dos mobiliários, escultura Piskate, reparos no chão e parcerias com a Prefeitura, além de marcar os 10 anos da liberação do skate na Praça XV. É um dos anos mais bem documentados e com maior densidade narrativa no acervo atual.
A diversidade de frentes explode no acervo
2022 é um ano muito forte na documentação do coletivo. Aparecem I Love XV, Cine XV, XV of Styles, Game de Velhos, DSAL piloto de teste, XV Contra o Fascismo e retrospectivas visuais, revelando a amplitude cultural e política das ações ligadas ao Coletivo XV.
A diversidade de frentes explode no acervo
2022 é um ano muito forte na documentação do coletivo. Aparecem I Love XV, Cine XV, XV of Styles, Game de Velhos, DSAL piloto de teste, XV Contra o Fascismo e retrospectivas visuais, revelando a amplitude cultural e política das ações ligadas ao Coletivo XV.
Programação ampliada e maior capilaridade cultural
Com Primeiro As Minas, JamaiQuinze, CarioCaos, Game de Velhos e novas ativações, os anos de 2023 e 2024 mostram ampliação de programação, diversidade de ações e base suficiente para construir uma narrativa histórica mais robusta e pública do coletivo.
Programação ampliada e maior capilaridade cultural
Com Primeiro As Minas, JamaiQuinze, CarioCaos, Game de Velhos e novas ativações, os anos de 2023 e 2024 mostram ampliação de programação, diversidade de ações e base suficiente para construir uma narrativa histórica mais robusta e pública do coletivo.